Cláudio Gomes da Silva AlencarAluno do 5º período em Teologia@claudioalencar
E disse Jesus: “Amarás [...] ao teu próximo como a ti
mesmo”. (Lucas 10.27)
O senhor Nonato morava em um
povoadozinho perto da cidade. Um dia, quando ia para a cidade montado no seu
burrinho, uns ladrões malvados o atacaram. Bateram nele, machucaram, roubaram e
o deixaram quase morto.
Naquela estrada passavam muitas
pessoas, de todas as classes da sociedade. Passou um homem que era líder da
igreja, um religioso, seu Justino. Viu o homem caído e nada fez por ele. Passou
também o seu Arimatéia, que era cantor da igreja e, da mesma forma, não se
importou com o senhor Nonato.
O senhor Nonato já estava sem
esperança, quando de repente passou homem desconhecido! Esse homem não morava
por ali. Ele viu o senhor Nonato caído e gemendo no chão. Desceu do seu
jumentinho e, mais que depressa, cuidou das feridas do senhor Nonato.
Este homem bondoso colocou o senhor
Nonato em cima do seu jumentinho e o levou para um hospital. Chegando lá, disse
aos profissionais: “cuidem deste moço. Vou pagar todas as despesas com o
cuidado e ainda vou deixar um dinheiro extra, caso precise de mais”. Assim,
cuidaram do senhor Nonato, que ficou curado, além de muito feliz e grato pelo
gesto de amor daquele homem desconhecido.
Quando precisamos de ajuda, não é
certo que gostaríamos também que algum homem bondoso passasse e nos ajudasse?
Se outra pessoa precisa de auxilio, Jesus disse que devemos ser para ela como um
vizinho, um “próximo”, assim como o desconhecido foi o próximo para o senhor
Nonato (cf. Mateus 22.39).
É assim que podemos amar o nosso próximo como amamos a
nós mesmos!
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